Vaidade de vaidades! diz o Pregador; vaidade de vaidades! Tudo é vaidade.
Que proveito tem o homem de todo o seu trabalho, com que se afadiga debaixo do Sol?
Geração vai, e geração vem; mas a terra permanece para sempre.
Levanta-se o Sol, e põe-se o Sol, e volta ao seu lugar onde nasce de novo.
O vento vai para o sul, e faz o seu giro para o norte; volve-se e revolve-se, na sua carreira e retorna aos seus circuitos.
Todos os rios correm para o mar, e o mar não se enche; ao lugar para onde correm os rios, para lá tornam eles a correr.
Todas as cousas são canseiras, tais que ninguém as pode exprimir; os olhos não se fartam de ver, nem se enchem os ouvidos de ouvir.
O que foi é o que há de ser; e o que se fez, isso se tornará a fazer: nada há, pois, novo debaixo do Sol.
Que proveito tem o homem de todo o seu trabalho, com que se afadiga debaixo do Sol?
Geração vai, e geração vem; mas a terra permanece para sempre.
Levanta-se o Sol, e põe-se o Sol, e volta ao seu lugar onde nasce de novo.
O vento vai para o sul, e faz o seu giro para o norte; volve-se e revolve-se, na sua carreira e retorna aos seus circuitos.
Todos os rios correm para o mar, e o mar não se enche; ao lugar para onde correm os rios, para lá tornam eles a correr.
Todas as cousas são canseiras, tais que ninguém as pode exprimir; os olhos não se fartam de ver, nem se enchem os ouvidos de ouvir.
O que foi é o que há de ser; e o que se fez, isso se tornará a fazer: nada há, pois, novo debaixo do Sol.
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