"Agora pergunto-lhes: o que se pode esperar do homem, sendo ele dotado de características tão estranhas? Pois bem, cubram-no de todos os bens que há na Terra, mergulhem-no de cabeça na felicidade mais completa, de modo que somente borbulhas subam à superfície; dêem-lhe tal bem-estar econômico, de modo que não lhe reste nada mais a fazer, além de dormir, comer pães de mel e tratar de garantir a continuação da história universal - pois os senhores verão que, mesmo assim, ele, o homem, por pura ingratidão, por pura galhofa, há de fazer besteira."
(Parte I, Nota 8. Tradução: Maria Aparecida Botelho Pereira Soares. - Porto Alegre, RS: L&PM, 2010. p. 41)
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